domingo, 21 de março de 2010

o ego e a personalidade - parte oito


OLHEM E ENXERGUEM

Hoje vamos tentar chegar ao ponto onde vocês podem identificar suas próprias personalidades (o ‘inimigo’ inconsciente que mora com vocês). Lembramos que esse reconhecimento é fundamental para sua evolução. Ou não. Veremos.


No entanto, uma pequena consideração introdutória se faz necessária nesta fase final da série sobre ego e a personalidade humana. Todo conhecimento ‘oficial e reconhecido pela grande maioria’ (aqui se incluem as ciências de modo geral) é sancionado pelos censores que representam os annunaki. Não há mais porque não falar disso de maneira clara e objetiva, e espero que tenham lido sobre os annunaki de Nibiru, conforme indicamos na mensagem anterior – ego e a personalidade – parte sete.

Todos os ramos do conhecimento e a ciência ‘oficial’ sempre ocultam informações valiosas e fundamentais do povo humano da superfície da Terra (o povão), com o objetivo de assim criar permanentemente uma ‘diferença’ entre os que dirigem suas vidas e vocês mesmos – que deveriam fazer isso por si, visto que são os responsáveis verdadeiros por elas, quer saibam disso, ou não. Quer estejam preparados para isso, ou não. Sempre serão os responsáveis por si.

Aqui nos interessa falar um pouco sobre um aspecto da ciência reconhecidamente ‘oficializada’ pelos seus dirigentes, chamada psicologia. Desde seu inicio ‘oficial’ ela teve por objetivo simples e básico o levar ao conhecimento do ser humano as causas de seus problemas de relacionamento – consigo mesmo e com a sociedade em geral.

Lembramos sempre que não nos interessa ‘esgotar o assunto’ que abordamos. Deixamos isso para vocês, os maiores interessados. Pelo menos é no que acreditamos.

Assim, então, surgiu a psicologia ‘oficial’.

Ao longo de seu desenvolvimento, seu objetivo básico acabou sendo, de maneira ‘intencional e predominantemente direcionada’ para a adequação do individuo à sociedade em que estava inserido. Tal coisa interessava muito aos ‘verdadeiros dirigentes’ de sua atual civilização – os annunaki. Isso porque eram eles que determinavam o Sistema de Crenças a ser aceito e obedecido por vocês. A psicologia ‘oficial’ foi um grande instrumento para tanto. Aqui cabe uma pequena ressalva: os ‘profissionais da área’ nem sempre sabem disso, mantidos que são, também, sob condicionamento inconsciente para ‘obedecer e submeter-se’ a determinações ‘oficialmente’ estabelecidas pelos dirigentes e seus subalternos do segundo escalão. É só pensar um pouquinho e os profissionais saberão do que estou falando.

Mas não é sobre eles que desejo continuar falando, embora acalente um sonho: que eles despertem, a fim de poderem ajudar efetivamente seus pacientes.

O interesse pelo conhecimento do comportamento humano é muito antigo. Muito mais antigo do que a psicologia ‘oficial’. As primeiras incursões nesta área foram feitas ‘olhando-se o céu’ e observando-se as coletividades que então – há eons de tempo – iam se formando. Numa tentativa de sair de uma reminiscência histórica, que não cabe neste momento, vou ‘direto ao ponto’: a astrologia e a numerologia foram as primeiras “ciências” sobre a arte do conhecimento humano. Do verdadeiro e simples conhecimento do ser humano. E assim como fiz uma referencia aos ‘profissionais da área’ da psicologia, faço também sobre os ‘profissionais da área’ da astrologia e numerologia atuais: voltem aos princípios simples e verdadeiros destes conhecimentos inestimáveis para o ser humano atual – mais do que nunca isso é necessário!

Bem, pretendo dar ‘um exemplo’ disso, ao falar sobre como vocês podem identificar suas personalidades – seus ‘inimigos’ internos que insistem em querer representá-los, quando na verdade não os identificam realmente.

Só peço que consigam ler o que se segue, sem os preconceitos que lhes foram impingidos pela ‘ciência oficial' do comportamento humano’.

Enfim, chegamos.

A personalidade humana e o ego humano podem ser facilmente conhecidos através do Ascendente e do “número” que resulta da soma de todos os valores numéricos das consoantes que compõem seu nome de batismo.

A astrologia pode ajudá-los a saber qual é o seu ascendente e a numerologia, o complemento que enriquece e particulariza a personalidade e o ego de cada um. Por exemplo: um ascendente do signo de gêmeos do primeiro decanato pode ter um número 7 no total das consoantes de seu nome de batismo. Seria então, por ex. e provavelmente, uma “isolada, indecisa/confusa e dramática personalidade geminiana 7”, ou um “ego geminiano 7, de grande conhecimento específico – técnico ou de qualquer outra natureza”. Ou 3 ou 5 ou qualquer outro número de 1 a 9 (considerando o dígito único, para facilitar as coisas...) e assim por diante. Os exemplos são hipotéticos e superficiais. É preciso estudar profundamente cada configuração.

De posse deste simples conhecimento vocês conseguem reconhecer as duas entidades que lutam pela sua representação neste mundo 3D. De maneira ‘negativa’ e de maneira ‘positiva’. Depois escolham o que fazer com este conhecimento particular. Prá começar...

E porque vocês ainda vivem num mundo de dualidade, considerem o seguinte, neste estudo: as características ‘negativas’ do signo do ascendente e do número das consoantes especificados descrevem a personalidade; e as características ‘positivas’ dos mesmos descrevem o ego. Vocês precisam ler/estudar para discernir quais são, pois não há livros que tratem disso especificadamente como o temos feito nesta série sobre o ego e a personalidade. O que é uma pena.

Há, evidentemente, muitos livros e artigos e etc,.a respeito disso tudo. Embora não tenha a pretensão de ‘esgotar o assunto’ (sic) considero certos livros bastante esclarecedores e tomo a liberdade de indicá-los, mesmo sem saber se eles ainda existem no mercado. Garimpem. Um deles é “O Ascendente – sua porta kãrmica”, de Martin Schulman – Editora Pensamento, e o outro é “ Números – símbolos para o autoconhecimento”, de Richard Vaughan – Edições Siciliano.

Agora cabe a vocês continuarem este estudo. Sempre pretendi apenas ‘abrir uma pequena janela’. O horizonte é infinito.


(continua?) Ainda veremos.


Anthar, agora.

quinta-feira, 18 de março de 2010

o ego e a personalidade - parte sete


LEITURA OBRIGATÓRIA PARA PERSONALIDADES RENITENTES.

Recebi este texto hoje pela manhã e resolvi inseri-lo, pela sintonia com a essência da mensagem, a esta série do Ego e a personalidade. Vale a pena.

Sabemos todos ser muito complicado o momento que estamos atravessando.


Especialmente para os que vivem -e são a maioria-, nas grandes cidades do planeta. O trabalho, mais e mais competitivo, geralmente pouco criativo e estressante, o trânsito caótico e perigoso, a poluição do ar, as profundas mudanças climáticas que provocam constantes transtornos e alagamentos, a sombra do medo, da violência, cada vez mais presente e por vezes inexplicável, o ânimo para dedicar ainda parte do dia para a família... e temos tantos apelos consumistas, chamadas insinuantes de marqueteiros astutos que muitas vezes viram prioridade...

Creio que a maioria, sem exceção, tenha consideráveis dificuldades em conseguir achar, diariamente, uma energia e um tempinho para dialogar com sua Alma, para voltar ao seu centro, para reconectar-se com a Fonte, com a origem de tudo, com a beleza, a harmonia, a paz e tudo aquilo que nos une, conforta e alivia noss as dores e tristezas. No entanto, esta parada para olhar para dentro é cada vez mais indispensável e sagrada. Depende somente de nossa vontade priorizar aquilo que de fato é importante e deixar em segundo plano o que é ilusão, hipnose coletiva que as trevas -cuja presença é constante e perturbadora-, nos impingem sem trégua, sem sossego. Milhões de pessoas se dispõem a pagar por eliminar concorrentes nas intermináveis edições dos BBBs, que ocupam hoje enorme espaço em todos os meios de comunicação, principalmente nas TVs, que apresentam, em sua maioria, programações cada vez mais chulas, violentas e superficiais, quando não exibem massificante conteúdo religioso... e isso vale também para o futebol, mais violento, dentro e fora do campo, mercantilizado e medíocre, suculento prato do dia das segundas-feiras nos escritórios e ambientes de trabalho de todo o país.

Quanta energia desperdiçada, simplesmente jogada fora.

É como se, em nossa busca, em nossa camin hada, fôssemos permanentemente distraídos, desviados de nosso foco, de nosso rumo, por subterfúgios e artifícios que, espalhados por todo lado, acabam prevalecendo, mesmo sem representar absolutamente nada de válido, algo que acrescente, que gere situações de conforto, alegria, ou de felicidade real.

Eu mesmo, que vivo o autoconhecimento em profundidade, encontro-me por vezes, quando a energia baixa por alguma razão, enredado nesta trama muito bem urdida que nos sabota onde quer que estejamos.

Chegou o tempo da transformação profunda, permanente.

Orai e vigiai... lembram deste precioso conselho? Dica preciosa para um bom começo... Será que somos conscientes de nossa divindade, de nosso poder, de nossa real capacidade? Que tipo de trabalho exercemos? Vale realmente a pena, é algo que acrescenta, ou é obsoleto, fora de sintonia e de ética, cansativo, repetitivo, longe de casa, num ambiente pesado onde é praticamente impossível falar de amor incondici onal ou de meditação?

Será que o medo de não conseguir sobreviver (ainda!!!) se apoderou de nossa mente e aprisionou nossos sonhos?

É necessário saber o que viemos fazer aqui.

A grande maioria dos leitores que nos acompanha nos boletins sabe (a repetição é parte do processo) que não estamos aqui a passeio e sim para crescer, expandir a consciência, limpar nosso fardo e ainda por cima cumprir uma missão específica... Está ciente de que já recebemos -ao nascer-, todas as características de personalidade e ferramentas necessárias para o que for preciso, inclusive a coragem, a perseverança, a determinação...

Será que até os deuses (que somos) podem se portar ainda tal qual sonâmbulo ou desmemoriado? Não pode ser mais desta forma! Se todavia estivermos assim é preciso sairmos logo dessa alienação, indiferença e ilusão!

É bom evoluir também em nossos relacionamentos.
Temos necessidade de alguém sempre por perto, que nos ame... que nos f aça feliz?

Com certeza, muitos casais vivem felizes, de forma inteligente, respeitosa, amorosa... porém, não são a maioria e, infelizmente, conheço poucos que se encaixam neste perfil. A maioria talvez tenha que resolver de uma vez por todas algo do passado, de outras vidas, e esse relacionamento, ainda que conflituoso, poderá permitir este resgate. No entanto, poucas pessoas hoje têm condição de prescindir de outrem; raras são as que conseguem ser definitivamente sua própria companhia, encontrando nas maravilhas da vida, nos reinos da natureza, no sol, no calor ou no frio, na chuva, nas cores, nos cheiros, no vento, as palavras celestiais de quem a tudo e a todos criou, que amparam e nos sustentam, provendo abundância e amor infinitos.

Os que "se bastam" na verdade não são solitários, coitadinhos abandonados pelo mundo afora... creio se trate de seres que já sabem como é a vida de verdade, indivíduos livres de crenças, de condicionamentos de qualquer espé cie.

Sua fé é produto de experiência direta, profunda, essencial. Sua conexão com o deus interior é lúcida, simples e, mesmo que silenciosa, sobrepõe-se aos ruídos intensos do mundo exterior, permanecendo íntegra em seus valores, baseados nas eternas leis naturais. Muitos vivenciam a Unidade e estão sepultando, dia após dia, a separação, o preconceito, o desamor, o medo. Sabem que são seres imortais, que absolutamente nada poderá destruí-los, muito menos aquilo que chamamos de morte, uma passagem simples para os planos sutis, cada vez mais perto da Terra Pura, daquela Luz imanente que palavra nenhuma consegue descrever.

Percebo, além de procurar manter uma permanente conexão com a Luz, o quanto é importante nos protegermos das influências nocivas que estão por toda parte, em todos os meios de comunicação, entretenimento e em muitos seres humanos que consomem, drenam nossas energias, de dia e até durante o sono. Precisamos cuidar dos pensamentos... que sejam somente os nossos e não obra de fatores externos ou de outros seres que vivem à custa dos incautos, dos que vibram de forma dissonante, distorcida e os atraem, sendo seduzidos e dominados com facilidade.

Podemos colocar a espiritualidade e o amor incondicional em tudo que fazemos... e a cada instante... puxar de nosso interior as forças motrizes da vida digna, correta, amorosa e compassiva... é válido dar com afinco nossa única e esperada contribuição ao Universo, retribuindo o que dele recebemos e que por algum motivo não chegamos ainda a utilizar...

Precisamos expandir nossa mente buscando com mestria como aprimorar seu funcionamento, sua incrível capacidade de co-criar neste plano da matéria... buscar mais e mais conhecimento sobre o Grande Mistério da existência... compartilhar sem medo de críticas nossas experiências de vida, relatar os pontos mais importantes de nossa caminhada...

Vamos, enfim, agradecer do fundo de nosso coração por tudo que no s foi concedido até agora e passar a perceber cada vez mais a voz, a sinfonia de Luz que nossa Alma emana sem parar... permanecendo teimosamente curiosos e aprendizes como o são as crianças... lembrando aqui a bela frase do Mestre: Vinde a mim as criancinhas, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas.

Vamos nos juntar, formar uma permanente egrégora emanando uma corrente energética que nos una, que nos proteja, que nos permita contar uns com os outros. E quando por acaso V. se encontrar com desânimo, em dificuldade, sem energia, feche os olhos, respire profundamente e imagine a brilhante e amorosa Luz do grupo sendo irradiada para o seu coração, envolvendo todo o seu ser numa vibração de bem-aventurança, de cura, de Unidade com o Todo.

Somos um só. Eu sou o outro Você
Sejamos a Paz!

Sergio, Rodolfo, Sandra, Teresa, Lidiane, Marcos e Anderson.
Club Somos Todos Um : http://somostodosum.com.br/clube/entrar.asp


colaborador especial para esta divulgação: Anthar.

sábado, 13 de março de 2010

o ego e a personalidade - parte seis


OS CRIADORES DAS PERSONALIDADES

O EGO E A PERSONALIDADE – PARTE SEIS

Olá! Estamos de volta.

Depois de quase duas semanas tentando “sobreviver” às várias investidas de algumas personalidades renitentes com as quais se convive diariamente nesta 3D – queira-se ou não – estamos retomando o assunto que ficou em stand by por uns tempos.

Quero acreditar que este longo silêncio tenha sido bastante produtivo para algumas personalidades já agonizantes e já desiludidas o suficiente consigo mesmas e com o seu ‘habitat’ externo. Quem sabe...rsrsrs.

Afinal, o que está acontecendo?, perguntava-se.

A esta pergunta definitivamente feita por personalidades muito bravas, frustradas e revoltadas, costumamos responder o seguinte: o que está acontecendo é um período de transição entre o despertar do eu interior e do adormecimento – definitivo – da personalidade humana (ou, o eu inferior). Na verdade, a pergunta acima está sendo feita também pelo eu interior diante do mundo para o qual ele está despertando: afinal, o que está acontecendo?Também ele está confuso ainda, por conta do seu longo ‘sono induzido’ por milênios.

Há que termos muita paciência, tolerância e compaixão por estas duas ‘entidades’ representativas – na 3D - do Ser Humano de Luz, o original. Mas não se pode admitir que ele continue com os seus pés ‘em duas canoas’; esta posição irá destruí-lo. E ele terá que recomeçar o ciclo de aprendizado...de novo...de novo...

A consideração exposta hoje nesta mensagem é a seguinte: as personalidades (máscaras usadas pelos humanos até hoje) estão se defrontando com as suas próprias desilusões, ou seja, estão vendo que as suas ‘vontades’, estimuladas pelo mundo exterior em que predominantemente vivem e circulam, não lhes trazem mais a satisfação prometida (a posse de pessoas e coisas, bem como do controle e dominação sobre elas, que tanto ‘lutam’ para conseguir). As personalidades estão realmente ‘aturdidas’!

Na verdade estão aturdidas por um fato muito simples: ao mesmo tempo em que se decepcionam com a realização das suas vontades, detectam a existência de uma outra ‘vontade’ (ainda a chamam assim) : algo vindo ‘de dentro’ e que parece muito, muito mais forte do que a ‘anterior’. As personalidades a percebem, mas não a entendem. Por isso estão tão ‘atrapalhadas’.

Pois bem, falemos disso.

Uma coisa deve ficar bem clara, desde o começo: essa ‘vontade’ tem outro nome: desejo. E ele sempre existiu, embora seu verdadeiro conceito tenha sido muito corrompido e deturpado, no decorrer das culturas e civilizações, pois não interessava à elite dominante do poder desde então, que sua existência fosse reconhecida.

E porque não?

Simplesmente porque o reconhecimento e a aceitação do desejo interior devolveriam ao Ser Humano seus poderes originais. Haveria a recomposição do DNA (o código dos poderes de um ser) retalhado e disperso pelos que então se admitiam ‘donos de vocês’: os annunaki de Nibiru – os verdadeiros criadores das personalidades humanas.

Nesse ponto talvez algumas (?) personalidades parem de ler esta mensagem.
Às que já estão sob o domínio e controle de seu eu interior, continuaremos informando.

(continua)

OBS: aos que ainda não leram “Nós, os Nibiruanos”, o façam, para um melhor entendimento no prosseguimento deste material sobre o Ego e a Personalidade.
www.comandoestelar.locaweb.com.br/estudos_livro_nibiruanos_anu_fala.htm -

Anthar, agora.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

o ego e a personalidade - parte cinco


SÁBADO MELANCÓLICO

Mas, voltemos ao assunto ‘ego e personalidade’.



Hoje não me sinto muito confortável com isso e vou explicar por que: há tanta coisa acontecendo a nível planetário, e o de que vocês precisam – urgentemente – é elevar o nível de interesse, atenção, envolvimento e concentração... e ainda estamos nós, aqui e agora neste blog, falando da personalidade e do ego...


Sei que boa parte de minha participação nesta terceira densidade tem por objetivo resgatar SHs do pântano da ilusão desta atual fase evolutiva da Terra. Existe uma ‘espécie’ de conforto saber que esta minha atividade é comparável – desde que guardada as devidas proporções – com o resgate dos seres humanos envolvidos, por ex, no terremoto ocorrido nesta madrugada no Chile. Conforta, mas não me anima.


Estivemos, durante a noite e a madrugada, procurando resgatar as almas cujos corpos foram atingidos pelo cataclismo. Trabalho árduo, diria até ‘doloroso’ para todos nós, seres de outras dimensões que não mais lidam com a ‘dor e o sofrimento’, mas foi inevitável a ocorrência de fortes reações diante desse fato, e de muitos outros recentemente ocorridos e ainda ocorrendo. Estamos consternados neste sábado.


Bom, vamos tentar voltar ao assunto-base dessas mensagens, desde que, por favor, entendam a necessidade de aprenderem mais rápido essas coisas que, ainda, tanto afligem mentes racionais e infantilmente ligadas à materialidade.


Percebem, por ex, que um terremoto só atinge o corpo físico das pessoas? Exatamente a personalidade ou o ego, que ‘habitam’ no veículo do corpo material.


Mas não precisa acontecer isso, dessa maneira, pois quando a personalidade se unir (primeira experiência da unicidade) ao ego, este vai conseguir se fortalecer o suficiente para sobreviver às catástrofes pelas quais o planeta precisa passar. As modificações planetárias que atingirão predominantemente a superfície da Terra não conseguirão ‘atingir’ o SH que tiver elevado a sua personalidade acima das realidades materiais que o rodeiam: emprego, dinheiro, posses, relacionamentos afetivos de baixa densidade (baseados principalmente na procura pelos prazeres sensoriais/sexuais), competições, rivalidades e a busca pelo ‘reconhecimento’ pessoal, social, político ou econômico.


Aquele SH que conseguir isso não estará presente no cenário das catástrofes quando elas ocorrerem. Assim é.


Agora vem a ‘pergunta de um milhão de dólares’...: como conseguir ‘elevar’ a personalidade?


E a ‘resposta de dez milhões de dólares’: a personalidade humana precisa e pode aprender a tirar a importância que ela dá a todas aquelas coisas. Nada daquilo tudo tem ‘importância-em-si’, visto que num evento cataclísmico costumam desaparecer num piscar de olhos!


É o SH, que ainda cultua as coisas e aparências superficiais, que a importância. Ora, se ele dá, ele pode tirar. Simples assim, pois esta fase do processo acontece ‘dentro da sua cabeça’ – o SH pode pensar diferente do que vinha pensando, não importa há quanto tempo. O que era importante pode passar a não ser mais. A qualquer momento que o SH assim o deseje. Quando você deixa de dar importância a algo, aquilo desaparece do seu caminho. Observem isso – é válido em relação a pessoas ou situações...


Mudar de opinião...é fundamental nos dias em que vivem hoje. Só os tolos não o conseguem.


Assim, antes de oferecer-lhes a informação de como podem identificar suas próprias personalidades ameaçadoras de sua integridade e autenticidade, quero enfatizar algumas últimas coisas: Primeiro – as personalidades são superficiais pela sua própria natureza. Segundo – por serem superficiais, só se interessam por coisas sem profundidade, visto que disso não entendem. Terceiro – os cataclismos atingirão toda a superfície do planeta (em maior ou menor grau) e, claro, todas as coisas que vivem e se desenvolvem ali (as personalidades...). Quarto – as personalidades se volverão muito confusas e assustadas se não conseguirem se elevar acima do nível das coisas materiais que estarão em fase de desconstrução. Quinto – o grau de insatisfação que hoje é pandêmico na Terra só pode causar danos às personalidades. Conhecer mais sobre a insatisfação atual é altamente recomendável. Sexto – não há necessidade de ‘perder ou destruir’ a personalidade. O que é preciso é que ela se volte para dentro, onde – de cara – vai se encontrar com o ego. Juntos e fortalecidos conseguirão perceber – FINALMENTE – as orientações interiores procedentes da Alma e do Espírito que estão dentro do SH. Sétimo – essas orientações interiores têm, por objetivo primário, ajudar o SH a descobrir a rota de saída desta 3D, ou seja, ajudá-lo a lidar com a ilusão e o sofrimento, que são as experiências básicas desta dimensão, conhecida como a ‘escola primária’ de nosso sistema solar. Oitavo – por favor, não subestimem suas personalidades – elas ainda estão em atividade e podem causar problemas quando menos esperam. Nono – textos para a elevação da Alma e do Espírito não são desta natureza. Às vezes acredito que eles nem são necessários... Décimo – não sufoquem suas personalidades, pois isso as incomoda muito e podem torná-las agressivas e perigosas. Elas precisam de muita paciência e tolerância dos seus egos. Caso contrário, ‘espanam’...rsrsr.


Por fim: acreditamos que é possível, pacientemente e com muita tolerância, que as personalidades aprendam – desde que recebam esclarecimentos compactos, simples e claros.


Foi o que fizemos até agora.


No próximo bloco vamos começar a descrevê-las e dar-lhes indicações para que consigam identificar a própria. Identificar, conhecer, aceitar e controlar a própria personalidade é a tarefa do ego de cada um. Nesta seqüência.


E rapidamente, por favor.


(continua)




Anthar, agora.



sábado, 20 de fevereiro de 2010

caiu a ficha?

HOJE VOU DAR UMA FOLGA PARA O EGO E A PERSONALIDADE.



FICHAS PARA O ALTO
(se algumas caírem em suas mãos, sorte sua...)

Vocês têm uma expressão de linguagem muito simpática para demonstrar que ‘entenderam’ algo importante: “caiu a ficha”... Por isso o título deste artigo.
Então, aqui vão algumas fichas para o alto. Quem pegar...


Existe sempre uma verdade à sua disposição. Ela está diante de você, ao alcance da mão, visível e palpável. Acredite nisso e logo conseguirá perceber isso quando estiver enfrentando um problema de qualquer tipo, extensão ou profundidade.
No momento em que você percebe ‘a verdade que está à sua frente’, o problema desaparece. Vale a pena investir para retirar o ‘véu’, ou a ‘névoa’ que parece impedir que você a descubra. Esses ‘véus’ são chamados popularmente de ilusões, expectativas ou enganos. Todos são sinônimos que descrevem ‘algo que não existe, mas que parece real’.


Ninguém engana ninguém, as pessoas se enganam umas com as outras.
Frase sugerida para dizer a si mesmo diante de uma decepção com alguém: “poxa, eu me enganei com esta pessoa.”
Depois, perdoe seu engano, desligue e siga em frente.


O verdadeiro conhecimento é mais rapidamente adquirido (ou readquirido) através dos desenganos, decepções e desilusões. E quando a Consciência mais pode aproveitar para se expandir e se  elevar.
Parece um pouco chato no começo, porque costuma doer. Se o ser humano for inteligente vai eliminando as repetições enganosas e tudo se resolve de maneira simples e indolor. Fica bom depois que “cai a ficha”...


Para o SH recuperar seu poder-de-imaginação, precisa deixar de assistir tanta televisão... A televisão assistida praticamente inutiliza o maravilhoso poder da imaginação daquele que está diante da telinha.


A ‘dependência’ é uma coisa boa. (muitos risos...)
Sim, é verdade, (risos novamente) porque quando vocês sentem a ‘dependência’ é porque confiam ‘naquilo’, ou ‘naquele’ de quem estão dependendo, percebem isso?
E quando confiam em algo ou alguém, costumam ficar tranqüilos. E a tranqüilidade é uma ‘coisa boa’. Faz bem. Vocês só precisam escolher de “quê” ou de “quem” vocês querem estabelecer a relação de dependência confiante: dos ‘outros’ ou de ‘si mesmos’.
Apenas um lembrete: os ‘outros’ (qualquer um) podem desaparecer de suas vidas a qualquer momento e por qualquer motivo.
Mas, cada um estará conSIgo mesmo, para sempre.


Deixe de olhar tanto para o ‘como’ as pessoas estão vestidas, para o ‘como’ elas se comportam, ou no ‘como’ elas falam ou no quê acreditam. Assim, poderão enxergá-las de verdade, como elas realmente são e não apenas como parecem ser.


O SH precisa encontrar, ou criar, uma ‘distração’ compatível com a sua ocupação principal (o trabalho que executa para seu sustento 3D), pois isso o ajudará a passar o tempo até a Grande Mudança ocorrer. O que não está longe, diga-se a bem da verdade...
Se ele não consegue essa distração 3D compatível consigo mesmo, pode começar a sentir vontade de ‘ir embora’ antes do tempo, o que significa, por ex. desenvolver uma enfermidade que o isole cada vez mais, tipo AVC, Alzheimer, depressão, etc. Lembrem sempre que a ‘distração’ apesar de ser uma espécie de alivio passageiro não pode ter ‘contra-indicações’ e nem gerar dependência compulsiva ou neurótica.
Quando algo que antes distraia o SH agora não mais o faz, significa que ele enjoou daquilo (É, é isso mesmo. Assim simples). E quando ele enjoa de algo, ou de alguém, precisa entender que o enjôo (ou o tédio, seu coleguinha...) é conseqüência apenas da maneira como ele mantinha seu relacionamento com a sua ‘distração’. Não há enjôo das coisas-em-si, mas sim, da maneira como se interage com elas – sejam pessoas ou situações. Antes de abandonar a coisa-em-si, o SH pode experimentar mudar a sua maneira de lidar, ou conviver com aquilo, usando sua maravilhosa imaginação.


É bom saber disso, antes de começar o ‘troca-troca’ de relacionamentos afetivos e de trabalhos profissionais. Na maioria das vezes isso costuma ser pura perda de tempo.


Por hoje, são essas as “fichas jogadas para o alto”. Se alguma delas caiu para você, guarde. Ela pode ajudá-lo a entender algum momento difícil.


Anthar, agora.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

o ego e a personalidade - parte quatro


COMO A PERSONALIDADE APRENDE
(uma visão simplificada, claro)

O ego e a personalidade – parte quatro


Personalidade: Não sei por que você acha que eu preciso de ajuda. Tenho (compro) tudo que quero – nossa casa é high tech da cozinha ao quarto, (rsrsrs); faço tudo que tenho vontade; falo o que bem entendo (se bem que não entendo nada com muita profundidade)... e vou onde me ‘der na telha’ (claro que com toda a gangue e nos lugares point, lotados e barulhentos)!

Procuro viver como ‘todo mundo’: com uma agenda lotada de compromissos (profissionais e sociais) que não me dão folga para nada (trabalho feito louca e quero estar sempre ‘ligada nas coisas’) e estou sempre correndo atrás do dinheiro por causa das vitrines das lojas e das propagandas fantásticas que estimulam as minhas ilusões consumistas mais ousadas. Também estou sempre de olho na “concorrência” afetiva (não quero ser passada para trás) e para isso sigo a moda up date (todas elas) e sou assídua nas academias, malhando até suar em bica. Já não me sobra tempo para mais nada...

Ah, querido ego, estou tão cansada quando chego em casa que a única coisa que quero é assistir televisão para me dar sono (sim, porque a TV atual é tão repetitiva que só serve pra isso, concorda? Até a tal da TV “por assinatura”- que piada!)

Desmaio e durmo. Às vezes faço sexo mecanicamente e até com artificialismo super sofisticado, pois com todo o cansaço, quem agüenta se envolver mais que isso?

E assim tem sido praticamente a mesma coisa, há anos. As variações são superficiais e passageiras.


O que não entendo é porque este ser humano que está ‘atrás de mim’, e me carrega, está tão desanimado, triste, entediado, ansioso e angustiado...Não entendo...


Ego: Já passou pela sua ‘telha’ que você pode não estar vivendo como o ser humano ‘atrás’ de você, realmente gostaria? Eu o estou representando agora. Continuemos.

Personalidade: Mas eu estou proporcionando ao SH que me carrega, a vida que eu aprendi que é o ‘certo’!! Estou vivendo como me ensinaram.

Ego: ‘Quem’ ensinou?

Personalidade: Ora, começou com a minha família, depois foi a escola e os colegas até a faculdade, em seguida veio o ‘mercado’ de trabalho com suas regras e valores. Na seqüência seguinte apareceram os demais professores e donos da verdade, pela ordem: os experts sócio-econômicos que dizem como você deve ‘vencer na vida’, os populares e ocos Vips e seus seguidores, os meios de comunicação de massa e por fim, a minha mente atordoada de tanto escutar, escutar e escutar as opiniões e conselhos de todos eles.
(longa pausa silenciosa)


Sabe que só de estar falando tudo isso agora com você, eu já me sinto meio ‘diferente’? Estou começando a me achar um ‘tipo meio idiota’...rsrsrs. Engraçado, é a primeira vez que paro para pensar no que estou fazendo...no que estou sentindo...

Eu ‘deveria’ estar me sentindo feliz e também o SH que me segue...
Afinal, o que está acontecendo!?

(continua)


Anthar, agora.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

o ego e a personalidade - parte três


O SAPO E O CALDEIRÃO



O ego e a personalidade – parte três


Quinta: num dia – que chegará para todos – o ego original se libertará do jugo da personalidade, invertendo esta atual ordem antinatural das coisas. Manterá a personalidade sob seu controle direto e dentro das funções para as quais foi originalmente concebida: ser um veículo de manifestação tridimensional das agendas interiores do grande Ser de Luz que cada um é. A personalidade será então, neste momento glorioso, absorvida definitivamente pelo ego, com isso culminando a primeira e mais importante experiência de unicidade, ainda ao nível das limitações 3D. Grande conquista!


Sexta: a famosa ‘luta entre as trevas e a luz’ inicia-se, a nível individual, entre o ego (luz densificada ao máximo) e a personalidade (a negação da luz), pois ambos são seres energéticos que existem concretamente na 3D, podendo ser até percebidos pelos 5 sentidos humanos. Pode-se dizer que o ego é o ‘elo interior perdido’, através do qual a conexão (ou reconexão) com a alma pode ser feita (ou refeita).
A ‘coletividade sombria e ignorante’ ao pregar popularmente a ‘morte do ego’ está decretando sua própria desconstrução. Ela ainda acredita que o mais importante é o ‘culto à personalidade’. E, como é possível de se constatar objetivamente, os seres humanos que escolhem manter-se ligados à ‘popularidade’, são aqueles que potencialmente são adeptos desse culto. Alimentam este processo insano, procurando sempre por mais ‘fãs e seguidores...’ Um círculo vicioso e, ainda, aparentemente interminável. Pobre raça humana atual...


Sétima: o ‘culto à personalidade’ é incentivado de todas as maneiras pelas estruturas atuais, pois é assim que ‘os seres que estão por trás das frágeis personalidades humanas’ vão “cozinhando o sapo”, ou seja, destruindo a raça humana. Conhecem a historinha?

Nem quem ‘cozinha o sapo’ e nem o próprio sapo (o ser humano) percebem conscientemente isso. São manipulados o tempo todo (por quem, hein?) para permanecerem obedientes e dóceis, insensíveis, iludidos, ignorantes e anestesiados. Todos os meios de comunicação de massa são imensos ‘caldeirões de água quente’, onde os sapos (seres humanos) pulam para dentro, ‘felizes da vida’ – o aparelho de televisão existente em quase todas as casas é um deles - imenso e particular.


E é aí que mora o perigo. Uns acordam a tempo de ‘cair fora do caldeirão’ – é quando podem reassumir seus próprios egos originais poderosos e conscientes. Outros, muitos outros, não. O desafio é grande.


Oitava: as personalidades (as máscaras usadas pelos seres humanos que têm medo) começam a ser construídas mais claramente por volta dos 5 anos, quando a primeira fase do processo ‘educacional’ se inicia formalmente na família. Até então o ego da criança reina soberano, autêntico, feliz e sem medo. São como que protegidos pelos adultos pais e mães. Até aí tudo certo, tudo bem...
Mas, exatamente aí, é que o “primeiro e grande engano educacional” começa: ao invés de ajudar a criança a aprender como lidar/assumir com seu caminho independente e singular, os adultos da família escolhem enquadrá-la ao seu meio ambiente social e geográfico. Isso implica em que a criança aprenda a ‘ser como todo mundo’, a ‘agir como todo mundo’, a ‘pensar como todo mundo’. Enfim, a ser igual ‘a todo mundo’ (nesta fase isso significa ser ‘igual a todas as outras crianças da mesma idade ‘). Qualquer diferença quase sempre é considerada uma ‘anomalia’ a ser corrigida, possibilitando a confecção da primeira máscara. (Não pretendo esgotar o assunto, lembrem-se disso, ok?)


Reconhecem essas vivências em suas histórias particulares?


Nona: Bem, o ser humano infantil cresce e vai para a ‘fase de ouro’ da formação das personalidades: a puberdade e a adolescência (hoje praticamente fundidas). Chamo de ‘fase de ouro’ das personalidades porque nelas o ser humano já está “vidrado” no mundo exterior – coisa conseguida nas fases anteriores de seu desenvolvimento (família e escola básica). Ajudado pelas modificações internas das glândulas endócrinas (geneticamente alteradas, há eons de tempo, pelos geneticistas escuros) as personalidades ‘deitam e rolam’, adquirindo inclusive, múltiplas máscaras, de acordo com os paradigmas, dogmas, obrigações e distrações que pululam ao redor de todas elas.
E com tudo isso, o ego original vai se ‘encolhendo’, por falta de atenção e cuidados. (tal como a glândula pineal...)


Décima: Por fim o ser humano chega à fase adulta, por volta de seus 36 anos. Está com sua ‘personalidade’ formada de acordo com os valores do mundo exterior. É o inicio do ‘jogo prá valer’: o ego e a personalidade buscando a realização e felicidade para o ser humano da 3D. Neste momento a personalidade já vivenciou várias experiências, sempre seguindo as regras aprendidas... Já se formaram nas universidades, algumas já casaram e têm filhos, já conseguiram seus empregos com carteira assinada, etc, etc.
Algumas se deram ‘bem’ e estão no pódio, como exemplos e incentivo para as outras continuarem ilusoriamente no ‘jogo’. Um bom exemplo disso são uma ou duas ‘top model’ famosas e os milhares de seres humanos passando fome e esquálidos, perseguindo inexoravelmente a mesma ilusão de riqueza e poder. Pensando bem, é para rir...
Bom, entre os 36 e 40 anos acontece uma espécie de diálogo interior (a pedido da Consciência) entre o ego sobrevivente e a personalidade já não tão segura e esfuziante:


Ego: Olá personalidade! Como é? Tudo bem com você? O ser humano que você diz representar está realizado, feliz e tranqüilo com a sua maneira de ser? Ele parece meio acabrunhado, triste e até meio bravo e revoltado, já percebeu?
Personalidade: Não me amole, por favor.
Ego: Rsrsrsrs...
Ego: Vamos personalidade, vamos conversar um pouco. Eu posso lhe ajudar.


(continua)


Anthar, agora.